Rodrigo Nascimento


Eduardo Alencar
Williams

Williams

1

Rodrigo Maineri

2 Ligier
3


Hino do piloto vencedor


Hino do carro vencedor

 

XXIII Toyota United States Grand Prix - Watkins Glen 1980

Pos: Piloto Equipe Carro Motor Tempo
01º Eduardo Alencar Albilad-Williams Racing Team Williams FW07B Ford Cosworth 1:23.604
02º Rodrigo Nascimento Albilad-Williams Racing Team Williams FW07B Ford Cosworth 1:23.606
03º Rodrigo Maineri Equipe Ligier Gitanes Ligier JS11/15 Ford Cosworth 1:23.763
04º James Creed Equipe Ligier Gitanes Ligier JS11/15 Ford Cosworth 1:23.917
05º Hilton Malta Equipe Renault Elf Renault RE20 Renault 1:24.144
06º David Groenwold Scuderia Ferrari Spa SEFAC Ferrari 312T5 Ferrari 1:24.572
07º Frank Dux Candy Tyrrell Team Tyrrell 010 Ford Cosworth 1:24.764
08º Joel Borges Castro Parmalat Racing Team Brabham BT49 Ford Cosworth 1:24.796
09º Max Rodriguez Team Essex Lotus Lotus 81 Ford Cosworth 1:24.951
10º Mateus Monteiro Scuderia Ferrari Spa SEFAC Ferrari 312T5 Ferrari 1:25.060
11º Alex Nigritz Team ATS ATS D4 Ford Cosworth 1:25.108
12º Pablo Pietro Parucci Team Essex Lotus Lotus 81 Ford Cosworth 1:25.219
13º Michael Raballand Skol Fittipaldi Team Fittipaldi F8 Ford Cosworth 1:25.228
14º Henrich Swarz Equipe Renault Elf Renault RE20 Renault 1:25.258
15º Ysmail Storck Marlboro Team McLaren McLaren M30 Ford Cosworth 1:25.261
16º J. Luiz Hamilton Warsteiner Arrows Racing Team Arrows A3 Ford Cosworth 1:25.379
17º Gustavo Leite Warsteiner Arrows Racing Team Arrows A3 Ford Cosworth 1:25.694
18º Maxwell Smart Osella Squadra Corse Osella FA1 Ford Cosworth 1:26.259
19º Charlie Alvarez Marlboro Team McLaren McLaren M30 Ford Cosworth 1:26.342
20º Cole Thornton Unipart Racing Team Ensign N180 Ford Cosworth 1:27.190
21º Maurizio de Cesaris Marlboro Team Alfa Romeo Alfa Romeo 179 Alfa Romeo 1:28.933
22º Jean-Antoine D'Olivier Skol Fittipaldi Team Fittipaldi F8 Ford Cosworth 1:29.319
23º Mark Doohan Parmalat Racing Team Brabham BT49 Ford Cosworth 1:29.512
24º Rodrigo Rocha Theodore Shadow Shadow DN12 Ford Cosworth 1:30.055
25º Marco Azevedo Candy Tyrrell Team Tyrrell 010 Ford Cosworth 1:30.674
26º Jefferson Lima RAM/Penthouse-Rizla Racing Williams FW07 Ford Cosworth 1:33.303


Piloto de teste:

01º Vitor Fontevecchia Scuderia Ferrari Spa SEFAC Ferrari 312T5 Ferrari 1:30.828

 


EM FINAL ESPETACULAR
ALENCAR É CAMPEÃO!!!


Alencar conseguiu algo que parecia improvável: superou o favorito Rodrigo e conquista o campeonato!

 

Chegamos a Watkins Glen para a decisão de um dos campeonatos mais equilibrados e com chegadas emocionantes de todos os tempos. Aliás, uma bela despedida para o tradicional circuito próximo à Nova Iorque, que sairá do calendário na próxima temporada para dar lugar ao circuito de rua de Las Vegas.

Porém, nos treinos, as Williams não conseguiram andar no mesmo ritmo de Ferrari e Renault. Mais uma vez, David Groenwold marcou a pole-position, sendo o mais novo “rei da pole”. Foi a sua terceira pole consecutiva e a quarta na temporada. Ao seu lado, na primeira fila, garantiu-se Hilton Malta com a Renault, mostrando que o português pode dar trabalho na temporada que vem com o carro da equipe francesa e lutar pelo seu terceiro título. Na segunda fila, a outra Ferrari de Mateus Monteiro, tentando recuperar-se do fiasco do Canadá, enquanto Henrich Swarz, tentando apagar a má impressão que deixou na temporada, conseguiu o quarto posto. Na terceira fila, Rodrigo Nascimento marcou o quinto tempo, saindo em vantagem sobre Eduardo Alencar, que ficou apenas com a oitava marca, mostrando certo nervosismo com a decisão do título. Em sexto, Rodrigo Maineri conseguiu, mais uma vez, ser mais rápido do que James Creed, a grande decepção do treino, ficando apenas com o 11º tempo. Também conseguiram um bom desempenho no treino Michael Raballand, conquistando o sétimo posto com a Fittipaldi, e Ysmail Storck, levando a McLaren, pela primeira vez na temporada, aos dez primeiros.

Eis o grid de largada:
1º Groenwold
2º Malta
3º Monteiro
4º Swarz
5º Nascimento
6º R.Maineri
7º Raballand
8º Alencar
9º Dux
10º Storck
11º Creed
12º Borges
13º Leite
14º Nigritz
15º Hamilton
16º Smart
17º Alvarez
18º de Cesaris
19º Parucci
20º Rodriguez
21º Thornton
22º Rocha
23º Olivier
24º Azevedo
25º Doohan
26º Lima

Na largada, as Williams foram um show a parte. Nascimento pulou da quinta para a segunda colocação, ficando atrás apenas de Groenwold, que manteve a ponta, enquanto Alencar fechou a primeira curva em quinto, tendo Malta em terceiro e Mateus Monteiro em quarto, já que Henrich Swarz fez uma péssima largada, caindo para o décimo quinto posto. Já na sexta volta, sem querer perder tempo, Nascimento ultrapassou o holandês da Ferrari e assumiu a ponta. Enquanto isso, Alencar passava por Monteiro e assumia o quarto lugar.

Na décima quinta volta, o italiano da Williams aproveitou um pequeno erro de Hilton Malta e passava para o terceiro posto. Dessa forma, só havia Groenwold entre os dois pilotos da Williams. Com um desempenho fora do comum, Alencar chegou em Groenwold e fez mais uma bela ultrapassagem, assumindo a segunda posição.

Agora, iniciava o duelo interno da Williams pelo título. Inicialmente, o escocês conseguiu manter o ritmo, fazendo a melhor volta da corrida e abrindo certa vantagem frente ao italiano. Porém, a partir da volta de número 35, Alencar começou a reverter o jogo e passou a tirar a vantagem. Faltando duas voltas para o final, o italiano já estava na cola do seu companheiro de equipe.

Iniciava assim um duelo inesquecível, com direito a fechadas e toques entre os dois pilotos, que nem pareciam companheiros de equipe... Na última volta, Nascimento mantinha liderança, mas na reta de chegada, Alencar fez uma manobra arriscadíssima de ultrapassagem e, na bandeirada, a dúvida... parecia que os dois carros tinham cruzado juntos! Empate? Uma grande indefinição pairou sobre Watkins Glen, e os dois pilotos evitaram comemorações, indo para os boxes.

Vinte e cinco minutos de suspense se seguiram e a cerimônia do pódio adiada, para desespero dos diretores de televisão do mundo todo, que tiveram que atrasar suas programações para esperarem a definição. Finalmente, o próprio Jean-Marie Ballestre, com sua cara de poucos amigos, chegou e anunciou o resultado da corrida: Alencar ultrapassou e venceu Nascimento com uma inacreditável diferença de 0s002! Na hora, o escocês não aceitou o resultado e pediu uma revisão, mas essa confirmou o resultado, fazendo com que ele não escondesse a decepção de perder mais um título na festa do pódio. Já Eduardo Alencar era pura alegria e festa ao estourar a champanhe e erguer a taça da vitória. Era a prova que ele queria mostrar para aqueles que duvidavam do seu talento. Constantemente, o italiano fazia o sinal do número 1 para as câmeras de televisão e para os fotógrafos. Aliás, com a vitória e o título, Alencar aumentou ainda mais sua popularidade nos Estados Unidos, algo raro para um piloto europeu, pois além de conquistar o campeonato de maneira espetacular na terra do Tio Sam, o italiano é bi-campeão das 500 Milhas de Indianápolis.

Um final fantástico para uma temporada espetacular! Que 1981 reserve emoções ainda maiores!

Notas – Pilotos:
Eduardo Alencar: Simplesmente fenomenal... surpreendeu muita gente, calou a boca de boa parte dos comentaristas e levou a taça com todos os méritos. Nota 10.
Rodrigo Nascimento: Também foi fantástico, disputou sem medir consequência e palmo a palmo a liderança com Alencar, mas, foi derrotado por menos de um nariz de diferença... Sua desilusão no pódio comoveu a platéia norte-americana e os telespectadores de todo o mundo. Nota 10.
Rodrigo Maineri: Por pouco, o argentino não surpreendeu os pilotos da Williams e não conseguiu vencer o GP. Tem muito potencial e, se assinar com uma equipe de ponta ou permanecer na Ligier, poderá disputar o título. Nota 9.
James Creed: Corrida burocrática, sem motivação e, provavelmente, pensando na sua possível saída da Ligier. Nota 7.
Hilton Malta: Conseguiu mais um quinto lugar pela Renault e, com toda a sua experiência, preferiu não entrar na disputa pela vitória, para não atrapalhar a disputa do título. Nota 7.
David Groenwold: Levou novamente a Ferrari aos pontos. Enzo Ferrari sonha em mantê-lo na equipe, mas Groenwold quer estar em uma equipe que lhe dê condições de disputar o título do ano que vem. Nota 7.
Frank Dux: Esteve, novamente, próximo dos pontos e disputou palmo a palmo a posição com Joel Castro. Merece estar em uma equipe competitiva no ano que vem. Nota 8.
Joel Borges Castro: O novato brasileiro fez outra boa corrida e começou a despertar atenção do Circo da F1. Ecclestone já está com um contrato pronto para ele assinar,mas estará disposto a ficar preso por longo tempo ao empresário inglês? Nota 8.
Max Rodriguez: O colombiano conseguiu com que a Lotus melhorasse na fase final da temporada, o que já é grande coisa, se lembrarmos do fraco desempenho do início. Nota 7.
Mateus Monteiro: Novamente não conseguiu andar no ritmo de Groenwold. Mas, pelo menos, superou o vexame de Montreal. Nota 6.
Alex Nigritz: O jovem alemão, empresariado pelo ex-piloto e quase homônimo Alex Niggre, destacou-se nessas corridas e já se mostra como um piloto com potencial de se tornar um novo ídolo da categoria. Fez milagres com a ATS!. Nota 8.
Pablo Pietro Parucci: Dessa vez, não conseguiu acompanhar o ritmo de Rodriguez e acabou, de maneira burocrática, o campeonato. Mas, ele promete ser mais competitivo no próximo ano. Nota 6.
Michael Raballand: Protagonizou o "duelo da turma intermediária" com Parucci, mas,dessa vez, não brilhou como nos GPs anteriores, mostrando que não escolheu um bom acerto para Glen. Nota 5.
Henrich Swarz: Também fez parte desse duelo intermediário, mas, com o carro que têm, não deveria estar aí... Será que se assustou com Malta na equipe? Nota 4.
Ysmail Storck: Andou no limite do carro. A McLaren M30, realmente, não permite vôos mais altos. Mas, parece ter se divertido na disputa com Swarz, Raballand e Parucci. Nota 6.
J.L.Hamilton: Dessa vez, Hamilton suou para superar Leite no duelo particular da Arrows. Nota 5.
Gustavo Leite: Esforçou-se mais para superar Hamilton e, por pouco, quase conseguiu. Nota 5.
Maxwell Smart: O suíço, novamente, fez uma atuação regular e discreta. Nota 5.
Charlie Alvarez: Ano complicado para o jovem espanhol, de grande aprendizado e dirigindo carros ruins. Nota 4.
Cole Thornton: Fez uma corrida tímida em casa... Talvez seu pior desempenho na temporada. Nota 4.
Maurizio de Cesaris: Fim de um ano sofrível em uma equipe totalmente desorganizada, apesar da grana que ambos têm... Mas teve uma das melhores performances do ano, em uma pista que não gostou muito. Nota 4.
Jean-Antoine d'Olivier: Novamente, o francês só fez número. Mas, depois de várias declarações dizendo que queria mudar-se para a CART ou para a NASCAR, mudou o discurso e diz que está reencontrando a motivação de correr na F1. Porém, deverá encontrar emprego apenas nas equipes do fundão. Nota 3.
Mark Doohan: Desempenho catastrófico. Têm a seu favor o fato de que foi atrapalhado nessa temporada pelo acidente nos testes de Silverstone, antes da corrida no Canadá. Vamos ver se conseguirá a recuperação na próxima temporada... Nota 2.
Rodrigo Rocha: Rocha passará na história por ter corrido no último GP da Shadow, que nos meados da década de 1970 prometia ser uma equipe competitiva e que termina sua trajetória de maneira melancólica... A partir do ano que vem, se chamará Theodore e terá como proprietário o empresário de Hong Kong Teddy Ypi. Rocha tentará uma vaga nessa equipe rebatizada. Nota 3.
Marco Azevedo: Novamente, só fez figuração e ficou bem atrás de Dux... Nota 2.
Jefferson Lima: O simpático argentino, mais uma vez, passeou em um GP... Nota 2.

 

Os dez mais de 1980

Encerrada a temporada, segue-se um pequeno balanço dela, através da análise dos 10 pilotos que mais se destacaram na temporada. Aqui, não leva-se em consideração a pontuação da temporada que, por vezes, mostra-se enganosa. Considera-se o desempenho de cada GP, considerando o que conseguiram extrair do carro em cada corrida, visto que, na F1, eles têm desempenhos desiguais e, dessa forma, influenciam nos resultados das corridas. Apenas pilotos fantásticos, fenomenais, como Phil Menezy com a March em 1975, conseguem vencer um título com um carro bem inferior. Bom, mas, analisemos a temporada que terminou em Watkins Glen, através desse pequeno ranking pessoal e, provavelmente, imperfeito...

1- Eduardo Alencar: Simplesmente fantástico, superou-se nas últimas corridas, principalmente a partir do GP da Holanda. Tido anteriormente como um piloto mediano, mostrou talento já em 1979, ao vencer as 500 Milhas de Indianápolis. Agora, na F1, conquista seu primeiro título. O melhor da temporada, sem dúvida.

2-Rodrigo Nascimento: Começou com tudo a temporada de 1980, firmado no objetivo de, finalmente, conquistar seu primeiro título mundial, depois de tantas bolas na trave. Porém, não contava com a reação de seu companheiro de equipe, Eduardo Alencar, apesar de contar com o apoio da equipe, britânica como ele... Enfim, mais uma vez, vice-campeão. Como prêmio de consolação, o fato de ser o segundo piloto mais vitorioso da F1 (28 vitórias) e de se aproximar da quebra do recorde que, se continuar com motivação, será quebrado em 1981.

3- James Creed: A Ligier não era páreo para a Williams, mas Creed, na primeira parte da temporada, conseguiu ameaçar o domínio da Williams. Porém, parece ter perdido o entusiasmo na segunda metade da temporada, sendo superado até pelo seu novo companheiro de equipe, Rodrigo Maineri, nas últimas corridas.

4- Rodrigo Maineri: Sem dúvida, a revelação da temporada. Conseguiu somar seus primeiros pontos em um carro visivelmente inferior, a Tyrrell e, no meio da temporada, teve a oportunidade de substituir o acidentado Roberto Júnior na Ligier. Não decepcionou, conseguiu seus dois primeiros pódios na América do Norte e quase venceu uma corrida. Promete dar trabalho no ano que vem.

5- David Groenwold: Iniciou a temporada na Brabham, mas logo se desentendeu com o "difícil" Bernie Ecclestone e preferiu seguir para a Brabham após a polêmica da demissão de Cole Thornton. Na equipe italiana, teve um desempenho regular, constante e acima das possibilidades do carro em quase todos os GPs.

6- Mateus Monteiro: Monteiro está nessa posição devido a fantástica performance no GP da Alemanha, conseguindo a única vitória da Ferrari na temporada. Porém, quase sempre andou atrás de Groenwold e, em algumas corridas, teve desempenho catastrófico, como foram os casos dos GPs da Inglaterra e do Canadá. Necessita adquirir uma regularidade maior.

7- Rodrigo Ferreira: O piloto japonês iniciou a temporada com pódio na Argentina e parecia que iria levar a Renault à sua primeira vitória. Porém, quando chegou a fase das pistas rápidas, que beneficiam o motor turbo francês, ele decepcionou. A derrota da Alemanha para Monteiro foi o clímax dessa derrocada. Tanto que ele esperou chegar o fim da temporada européia para anunciar sua aposentadoria. Será que é definitiva?

8- Hilton Malta: O campeão de 1979 esteve irreconhecível nessa temporada. Primeiro, optou por tentar levar a Alfa Romeo às vitórias, mas logo se arrependeu, ao perceber a desorganização da equipe. Atraído por uma proposta milionária de Bernie Ecclestone, abandonou a equipe italiana e foi para a Brabham. Porém, teve desempenhos apenas medianos na equipe, o que provocou uma troca de acusações nos jornais entre ele e seu patrão. No fim da temporada, abandonou a Brabham para correr na Renault, onde também não conseguiu grande coisa além de motivar Ecclestone a entrar com uma ação judicial na Justiça do Trabalho inglesa, o que poderá obrigar o português a retornar para a equipe do matreiro empresário inglês.

9- Frank Dux: O belga estreou no meio da temporada pela Fittipaldi e, em pouco tempo, chamou a atenção do Circo. Contratado para substituir Maineri na Tyrrell, teve desempenhos próximos ao do argentino e quase conseguiu chegar aos pontos. Parece ser bem promissor.

10- Alex Nigritz: Também estreou na segunda metade do campeonato e conseguiu desempenhos surpreendentes com a fraca ATS. Parece ter grande potencial.

Além desses dez, destaques também para o surpreendente Michael Raballand, que fez grandes corridas com carros fracos como a Osella e a Fittipaldi, e Cole Thornton, injustiçado com a dispensa da Brabham e que teve boas performances com a também fraca Ensign.
 

 


Rodrigo lutou até o fim. Mas dois milésimos o separaram do tão sonhado título


Segundo pódio seguido para Maineri, em excelente temporada de estréia


Creed não conseguiu andar próximo a seu companheiro, e deixa equipe insatisfeita


Malta chega em quinto, e o seu rendimento de Renault agradou muito a escuderia francesa


Groenwold foi uma excelente contratação da Ferrari. O holandês ficou seguido na zona de pontuação


Frank Dux é outro nome que terá um grande futuro. Ótima primeira temporada


Mais uma vez entre os dez primeiros, Joel fez um bom ano de estréia na Fórmula 1


Max Rodriguez liderou a Lotus num ano complicado, em que não conquistou nenhum ponto


Apesar da grande vitória na Alemanha, Mateus não teve um bom ano